sábado, 24 de setembro de 2011

Guia de restaurantes buffetleiria.net


Não seria bom ter um site onde pudesse consultar os pratos do dia dos seus locais de almoço habituais?

Consulte http://buffetleiria.net/ e veja o que está na ementa.

Se o seu local de favorito não está no buffetleiria.net convide-o a participar.
O site é gratuito.



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Restauração Low Cost


Oliveira de Azeméis: Restauração “low-cost” é ideia inovadora que promete multiplicar-se
O convite diz tudo: “Prepare-se para poupar”. A nova pastelaria e padaria que abre hoje na cidade lança o conceito do “low-cost” no ramo da panificação

Está anunciada como a primeira loja de restauração “low-cost”. É um negócio de combate à crise, onde o pão custará sete cêntimos e o pão 40.
Cachorros e sandes, ou até uma fatia de pizza, não ultrapassarão a fronteira do um euro. E uma “Francesinha Low-Costa” irá custar 3,99 euros.
É hoje o ansiado dia da inauguração de um novo espaço comercial que promete, mesmo, preços baixos. Caso dos salgados 50 cêntimos – o mesmo que se pagará por uma sopa – e dos pastéis a 40 cêntimos.
Trata-se da “Low-Costa.Come”, um “fruto” da chancela “Alpina” que nasceu da atenção “à conjuntura económica que o país atravessa” e consequente “procura de novas oportunidades de negócio”.
Uma explicação de Paulo Costa, o mentor da ideia desenhada juntamente com Miguel e Gabriela Costa. Os três são formadores de pastelaria e panificação em várias escolas do Norte do pais, além de leccionarem cursos de pastelaria de carácter intensivo.
Mas o conceito de combate à crise não se esgota nos preços: “Já criámos dois postos de trabalho e reabrimos uma loja fechada”, sublinha Paulo Costa, convicto que aquele estabelecimento é o precursor de muitos outros, sob a sua égide.
(Ler artigo completo na edição em papel)

Henrique Bastos 



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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Imposto sobre fast-food


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05/09/2011 - 17:23
A Ordem dos Médicos defendeu hoje a criação de um imposto sobre a ‘fast food’ e outros alimentos prejudiciais à saúde, avisando que não são possíveis mais cortes no sector sem pôr em causa o Serviço Nacional de Saúde (SNS), avança a agência Lusa.

O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), José Manuel Silva, falava segunda-feira, em Lisboa, durante a cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação entre a Direcção-geral da Saúde e a OM.

José Manuel Silva reconheceu a necessidade de poupar e afirmou-se disponível para colaborar nessa poupança, para ser parte activa da solução e para apontar novos caminhos inovadores, sugerindo por isso a criação de “novos impostos selectivos”.

“A crise é uma oportunidade para a criação de novos impostos selectivos que contribuam para melhorar a saúde dos portugueses e evitar que consumam medicamentos”, defendeu.

Tal seria o caso de impostos sobre a ‘fast food’ e outros “alimentos não saudáveis, como o sal, os hambúrgueres, os venenosos pacotes de batatas fritas e as embalagens de dezenas de variedades de lixo alimentar”, defendeu.

Consciente de que o “lobby da indústria agro-alimentar se oporá ferozmente” a esta medida, José Manuel Silva insiste que “o imposto selectivo sobre lixo alimentar contribuirá para financiar o SNS e melhorar a saúde dos portugueses”.

Ainda no que respeita a poupanças, e desviando mais uma vez o foco dos cortes na saúde, o bastonário deixou um recado ao Governo quando lembrou que o “fundamental” para o país é “alterar a cultura de governação”.

“Qual foi a verdadeira doença que conduziu o país à bancarrota? A fraude, a corrupção, o enriquecimento ilícito, o nepotismo, a injustiça fiscal, a ausência de um Estado de Direito com um sistema judicial eficaz, a inimputabilidade dos dirigentes políticos e o peso da máquina do Estado”, afirmou.

Por isso, considera que não basta cortar em alguns sectores da despesa pública, mas que é “primordial e obrigatório que a faustosa máquina do Estado faça dieta e seja reestruturada”.

No final, exigiu a extensão aos políticos do mesmo nível da responsabilidade médica, considerando que, se um médico é penalizado quando erra, “um político tem que ser responsabilizado e julgado quando leva o país à bancarrota ou quando faz adjudicações directas de contratos de milhões de euros sem concurso público”.

No âmbito da mesma cerimónia, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, não respondeu a este desafio nem ao da criação de novos impostos selectivos, tendo mesmo iniciado a sua intervenção afirmando que os discursos são normalmente “momentos de declarações politicamente correctas”.

O ministro salientou que o futuro passa por um "esforço concertado" entre o Governo e os profissionais de saúde para garantir a continuidade dos cuidados de saúde com qualidade.
“O nosso compromisso é o de querer estabelecer uma relação com a classe médica e com a Ordem dos Médicos baseada em princípios de transparência e rigor, sabendo que nem sempre podemos fazer o que queremos, mas temos obrigação de sempre tentar fazer o melhor” com os meios disponíveis no momento que o país atravessa, afirmou.

O protocolo assinado esta segunda-feira estabelece a colaboração entre a OM e a DGS na elaboração de linhas de orientação e normas de actuação clínica, como a prescrição, a execução de testes de aplicabilidade dessas normas e a realização de auditorias clínicas.







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domingo, 4 de setembro de 2011

O fim do jardim de Jardim - JN

O fim do jardim de Jardim - JN



 já era tempo de este senhor sentir os calos apertados.


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