domingo, 16 de setembro de 2012

Restauração: medidas são negativas para a economia


Restauração: medidas são negativas para a economia

Associação diz que pequenas empresas serão as mais afetadas

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O presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares (AHRESP) disse esta terça-feira que as alterações na contribuição para a Segurança Social são negativas para a economia e prejudicam sobretudo as pequenas empresas.

«O aumento na taxa dos descontos para a segurança social no que diz respeito aos trabalhadores vai fazer com que a economia não cresça. O que vai acontecer é que vamos fazer menos negócio e a economia não recupera, nem no que diz respeito ao negócio, nem no número de trabalhadores», garantiu Mário Pereira Gonçalves, à margem da apresentação do 12.º Salão Internacional da Alimentação, Hotelaria e Tecnologia para a Indústria Alimentar (Alimentaria&Horexpo).

O presidente da AHRESP admite que o impacto da descida da Taxa Social Única pode ser compensatório para algumas empresas, mas estas serão uma minoria.

«Cerca de 97 por cento das empresas que a AHRESP representa são micro e pequenas empresas e essas vão ser prejudicadas», considerou, citado pela Lusa.

Mário Pereira Gonçalves, que preside à Comissão Organizadora da Horexpo, assinalou hoje, no lançamento do certame, que «o aumento do IVA trouxe consequências devastadoras» para o setor da restauração.

Segundo as estatísticas do INE, que o presidente da AHRESP citou, o setor perdeu 33 mil postos de trabalho entre os primeiros três meses de 2012 e o trimestre homólogo.

No mesmo período, o número de insolvências declaradas aumentou 98 por cento, acrescentou.

A AHRESP deve apresentar, na próxima semana, as conclusões de um estudo que avaliou o impacto do agravamento das taxas de IVA, no serviços de alimentação e bebidas, em toda a cadeia alimentar.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou na sexta-feira mais medidas de austeridade para 2013, incluindo os trabalhadores do setor privado, que, na prática, perderão o que o primeiro-ministro diz corresponder a um subsídio através do aumento da contribuição para a Segurança Social de 11 para 18 por cento.

Os funcionários públicos continuam com um dos subsídios suspensos (na totalidade nos rendimentos acima dos 1.100 euros/mensais e parcialmente acima dos 600 euros) e o outro é reposto de forma diluída nos 12 salários, que será depois retirado através do aumento da contribuição para a Segurança Social.

A contribuição das empresas passa dos atuais 23,75 por cento para 18 por cento.


citado de :

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O que a economia vai perder?

Pensamentos que me acompanhavam até 06 setembro de 2012:

  • O som do meu carro ficava melhor com umas colunas nas portas traseiras, visto que é onde ouço mais musica talvez se justifique comprar umas colunas...
  • Ver preços de colunas e analisar orçamento mensal.
  • Gostava de trocar o meu telemovel velhinho por um smartphone, pelo natal deve haver uma  boa campanha vou começar a juntar algum para o comprar...

pensamento no dia 07-09-2012:

  • O Passos vai falar? Não pode ser bom, mais cortes...

Pensamento após 07-09-2012:

  • Não vou comprar as colunas, não vale a pena.
  • Quando o meu telefone avariar aí sim compro outro. Este ainda está bom.

E vocês? O que já não vão comprar?


Alberto Esteves
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Gosta de experimentar vinhos? Muitas vezes compra vinho que não gosta?

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terça-feira, 29 de maio de 2012

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Marmita - inimiga pública nº1 dos restaurantes

Nos tempos que decorrem surge uma ameaça silenciosa, no passado, alvo de repressão e gozo.
A Marmita é a arma de destruição em massa dos restaurantes em Portugal. À uns meses o meu colega Luís Diogo referiu num artigo, o seu caso pessoal e como a marmita começou a fazer parte da sua vida, agora também eu me rendi aos seus encantos.
Se no passado a marmita poderia ser alvo de gozo hoje em dia está IN e é sinal de inteligência, socialmente bem vista no presente a marmita está a impulsionar a venda de "termos" e "tupperwares" e a mudar mentalidades.
Eu sou o exemplo de quem gostava de almoçar no restaurante durante a semana e torcia o nariz a levar comida de casa, mas agora que me habituei à marmita custa-me deixar dinheiro num restaurante.
Claro que gosto de comer fora, mas vou muito menos vezes.
Estou curioso para saber como vão os donos dos restaurantes combater esta mudança de mentalidade...





Alberto Esteves
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Aumentos nos restaurantes? Para já, não.

Aumentos nos restaurantes? Para já, não.

Na mais despercebida Calçada do Carmo, Eduardo Martins, dono do café e restaurante Painel da Baixa, já subiu hoje o preço do café de 0,55 para 0,60 cêntimos, assim como o do galão. "No resto não mexi. Os almoços estão ao mesmo preço. Fiz apenas pequenas mudanças. Não quero ser o primeiro. Já temos cada vez menos clientes, por isso espero que seja a concorrência a dar o primeiro passo."

Porto e Maia

Manhã cedo, numa confeitaria da Maia, o preço do pequeno-almoço de 2012 ainda sabe a 2011. Meia de leite e um pão com manteiga continuam a custar os mesmos 1,35 euros. Não há aumento? "Para já não, vamos ver até ao final do mês se conseguimos absorver os custos. Se for possível, não aumentamos", explica o proprietário.

No Porto, o cenário repete-se. Ou não. Na Praça Guilherme Gomes Fernandes, o café Pingo de Cimbalino está ao lado da Leitaria da Quinta do Paço, mas reflectem realidades diferentes. Na segunda, uma funcionária diz que não sabe se haverá aumento de preços, a reflectir a passagem do IVA de 13% para 23%. "Hoje, pelo menos, os preços mantêm-se", diz. No Pingo de Cimbalino os aumentos já entraram em vigor. O café passou dos 60 para os 65 cêntimos e os pratos do dia, que eram a 4 euros passaram para os 4,5. "Só aumentamos mesmo por causa do IVA, senão não haveria aumento", explica a funcionária Maria José. Até porque, diz, os clientes queixam-se. "Já começaram a dizer que está tudo muito mais caro", lamenta-se.

O mesmo acontece no café Progresso, na Rua do Actor João Guedes. Um dos funcionários da casa diz que "antes de pedir seja o que for, as pessoas perguntam se houve aumento", e a resposta é, sim. Os preços no conhecido café portuense subiram 10%, para acomodar o novo peso do IVA. Os pratos do dia subiram de 4,50 para os 4,90 euros e o café passou dos 65 para os 70 cêntimos. Os clientes, por enquanto, têm reagido bem, garante. "O nosso povo reage sempre bem a tudo, esse é que é o grande problema", diz André, em jeito de desabafo.

Opção diferente parecem ter tomado, por enquanto, os proprietários de outro café histórico do Porto, o Luso, na Praça de Carlos Alberto. Ontem, sem os proprietários no estabelecimento, um funcionário ouvido pelo PÚBLICO não quis entrar em grandes explicações, mas lá disse que hoje os preços são iguais aos de 2011. "Ainda não houve aumentos", diz.

Na Rua da Picaria, o restaurante Ernesto também mantém os mesmos preços do ano passado. Reinaldo Pereira, proprietário do espaço, garante que haverá alguns ajustes, mas que os preços praticados durante a semana não vão sofrer alterações, pelo menos durante o mês de Janeiro. "Vou fazer um estudo durante este mês em termos contabilísticos e de movimento. Temos de pensar no cliente, eu aumentava os preços se os meus clientes tivessem dinheiro, mas não têm, por isso um aumento seria apenas esbarrar contra a parede", diz. Ainda assim nem tudo ficará igual neste restaurante portuense. Os clientes de fim-de-semana deverão encontrar preços ligeiramente mais elevados. "Ao fim-de-semana vem outro tipo de clientes, que não se importa de pagar mais cinco euros se for preciso", explica.

citado de:
http://fugas.publico.pt/Noticias/298653_aumentos-nos-restaurantes-para-ja-nao?pagina=2

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Luís Diogo
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